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01/04/2019 | 08h15m - Publicado por: Flávia Almeida | Foto: Divulgação/Órfãos da Terra/TV Globo

Confira quem assina a direção artística de Órfãos da Terra

Novela chega à tela da Globo na terça-feira (2)

Confira quem assina a direção artística de Órfãos da Terra - Divulgação/Órfãos da Terra/TV Globo

Órfãos da Terra marca a primeira direção artística do gaúcho Gustavo Fernández na TV Globo. Ele estreou na emissora, em 1999, na minissérie Os Maias, como assistente de direção. Em 2004, na mesma função integrou a equipe da novela Um Só Coração. No mesmo ano, passou a fazer parte do time de diretores de Começar de Novo. Em seguida, dirigiu Belíssima (2005), Pé na Jaca (2006), Duas Caras (2007), A Favorita (2008), Cama de Gato (2009), A Cura (2010), Cordel Encantado (2011), Avenida Brasil (2012) e Velho Chico (2016). Como diretor-geral, assinou a minissérie O Brado Retumbante (2012), as novelas Além do Horizonte (2013) e Boogie Oogie (2014) e a série Os Dias Eram Assim (2017).

Ele define Órfãos da Terra, do ponto de vista da direção.

“É uma novela romântica e com muita ação dentro da trama. As histórias acontecem muito rápido, com ganchos e viradas o tempo todo. As tramas parecem que se resolvem, mas tomam outro caminho. E acredito que é aí que o público vai se surpreender com a novela”.  

O diretor artístico explica como foi definida a estética da novela.

“No que diz respeito à imagem que vai para a tela, pude contar com a parceria do Alexandre Fructuoso, diretor de fotografia. Nós definimos uma linguagem muito própria para os primeiros momentos marcantes da trama. No campo de refugiados, optamos por uma imagem mais sépia e dramática. Já no núcleo de Aziz, o tom predominante é o branco e verde oliva, deixando o ar mais sóbrio, com muita influência mediterrânea. Já quando o núcleo protagonista desembarca no Brasil, a novela ganha mais cor com uma paleta plural e diversificada, retratando esse país que acolhe as diferentes culturas”.

Para ele, dirigir uma novela com tantas culturas diferentes proporciona um desafio em vários aspectos.

“O principal é dar credibilidade a esses núcleos, que precisam realmente representar cada uma das culturas. A gente “fez” a Síria, o Líbano, a Grécia e Londres... tudo no Brasil. Eu gosto de pensar nisso. É estimulante. O fato de a gente não ter viajado para esses países, de não ter ido para esses lugares, talvez tenha tornado a novela ainda mais realista. Se a gente tivesse viajado, talvez optaríamos por lugares turísticos, lugares mais facilmente identificáveis. Aqui, a gente pode se concentrar na essência e procuramos locações que traduzissem essa essência. Era o maior desafio. E o que me deixou mais feliz foi a reação do Kaysar Dadour, ex-participante do BBB 18 e refugiado sírio, no campo de refugiados cenográfico e em várias locações. Ele chegava e dizia ‘caramba, mas está muito igual’. Teve uma vez em que estávamos fazendo uma cena dele fumando narguilé com os amigos. Ao ver um figurante caracterizado de árabe, ele já chegou falando com ele em árabe. O maior desafio virou a coisa que mais está nos dando prazer e nos emocionando”. 





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